Fui comprar um chapéu de
palha para ir para o Arraiá. Lá tinha de tudo. Banana caramelada,
pipoca, algodão doce. Tinha também banca de revista para os amantes
da leitura. Porém, para poder participar da leitura, era necessário
escovar bem os dentes, já que havia uma audição na portaria. E
também para tirar o mau hálito, causado pela cebola.
O que me chamou muita
atenção naquela festa, é que ela tinha um bom divulgador. Júlio
Cesar, o filho do dono da padaria. O cara sabia muito bem demonstrar
os produtos da festa.
Mas
da música ouvia-se um tucano batendo o bico na madeira e parecia
um martelo. Opa! Acabei me distraindo. É melhor eu ir que a
quadrilha já vai começar.
Relíquia de 2011, feito na aula de Redação, Expressão Oral e Estilística da professora Flaviana Xavier.

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