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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

44. O Arraiá

Fui comprar um chapéu de palha para ir para o Arraiá. Lá tinha de tudo. Banana caramelada, pipoca, algodão doce. Tinha também banca de revista para os amantes da leitura. Porém, para poder participar da leitura, era necessário escovar bem os dentes, já que havia uma audição na portaria. E também para tirar o mau hálito, causado pela cebola.
O que me chamou muita atenção naquela festa, é que ela tinha um bom divulgador. Júlio Cesar, o filho do dono da padaria. O cara sabia muito bem demonstrar os produtos da festa.
Mas da música ouvia-se um tucano batendo o bico na madeira e parecia um martelo. Opa! Acabei me distraindo. É melhor eu ir que a quadrilha já vai começar.


Relíquia de 2011, feito na aula de Redação, Expressão Oral e Estilística da professora Flaviana Xavier.


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