Hoje me
lembrei dele. Com toda a sua humildade em ajudar os outros e toda sua recusa em
pedir ajuda. A linda maneira como ele escreve e o grande medo de falar em
público. Encara o perigo com coragem, mas perde chances por preguiça.
Outro dia
veio me contar que havia visto uma senhora dormindo na calçada, olhou e passou
direto. Mas em menos de um minuto veio um sentimento de culpa e ele voltou e
levou ela para a casa dele. Pense nisso!
Às vezes
penso que ele é a melhor pessoa do mundo. Até me esqueço que todo mundo tem seu
lado mau.
Este também foi feito na oficina de contos do Judi Ferreira no Seminário Nacional de Arte, Comunicação e Cidadania de Natividade em 2010.

Nenhum comentário:
Postar um comentário